Gramática – A palavra QUE (Plano de aula – Ensino médio)

Como referenciar este texto: Gramática – A palavra QUE (Plano de aula – Ensino médio). Rodrigo Terra. Publicado em: 04/08/2026. Link da postagem: https://www.makerzine.com.br/gramatica-a-palavra-que-plano-de-aula-ensino-medio/.


 
 

Entre os itens gramaticais mais versáteis do português, a palavra QUE ocupa lugar central. No ensino médio e nos vestibulares, dominar suas funções morfológicas (substantivo, pronome adjetivo/interrogativo, pronome relativo, conjunção) e suas projeções sintáticas (especialmente como sujeito e como objeto em orações) é decisivo para interpretar textos com precisão e escrever com clareza.

Este plano de aula propõe uma abordagem prática e investigativa: os estudantes analisam usos reais de QUE em diferentes gêneros (notícias, crônicas, trechos literários e falas cotidianas), classificam-no em contextos autênticos e justificam as escolhas com base em critérios objetivos.

Ao final, espera-se que a turma reconheça padrões, evite armadilhas comuns (como confundir conjunção integrante com pronome relativo) e aplique estratégias de revisão textual. O percurso privilegia metodologias ativas e integra conhecimentos de Língua Portuguesa com Literatura e Tecnologias da Informação, ampliando o repertório e a autonomia dos estudantes.

 

Objetivos de aprendizagem

Ao final desta unidade, os estudantes deverão reconhecer e classificar a palavra QUE em suas funções morfológicas mais recorrentes: substantivo, pronome interrogativo/adjetivo, pronome relativo e conjunção integrante. Para isso, observarão pistas contextuais, como a presença de acento em quê quando substantivo tônico, a possibilidade de modificação por determinantes em usos interrogativos/adjetivos, a existência de um antecedente expresso nos relativos e a introdução de oração sem referente direto nas integrantes.

No plano sintático, os estudantes identificarão o papel de QUE em orações relativas e integrantes, com foco nos valores de sujeito e de objeto. Serão mobilizados critérios como a recuperação da lacuna (ex.: “o livro que caiu” → QUE = sujeito; “o livro que li” → QUE = objeto direto), a substituição por pronomes relativos variáveis (o qual, a qual, os quais) quando pertinente, testes de passivização e verificação de regência para reconhecer a necessidade de preposição (ex.: “a cidade de que gosto”).

Outro objetivo é aplicar critérios de decisão durante a revisão e a produção textual, prevenindo ambiguidades frequentes em vestibulares. Entre eles: distinguir conjunção integrante de pronome relativo (se não há antecedente e a oração pode ser parafraseada por “isso/isto”, trata-se de integrante); empregar corretamente vírgulas em relativas explicativas e restritivas; atender à regência verbal e nominal que exige preposição antes de QUE; e avaliar a concordância verbal quando QUE ocupa função de sujeito na oração subordinada.

Para consolidar as metas, a turma analisará dados autênticos de diferentes gêneros, justificando cada classificação com base em evidências linguísticas. Construiremos um pequeno “mapa de decisões” com perguntas-guia: “há antecedente expresso?”, “QUE pode ser trocado por ‘o qual’?”, “há exigência de preposição pelo verbo ou nome da relativa?”, “a oração subordinada pode ser substituída por ‘isso’ sem perda referencial?”, “há acento em quê indicando substantivação?”. Esse roteiro orientará tanto a leitura quanto a escrita.

Como indicadores de aprendizagem, espera-se: acerto ≥ 80% na classificação morfossintática de QUE em exercícios de aplicação; justificativas claras que citem o critério utilizado; correção consistente na pontuação de orações relativas; e revisão autoral de textos com atenção à regência e à coesão referencial. A avaliação combinará autoavaliação, pares e mediação docente, com feedback formativo para ajustar estratégias e consolidar o domínio do conteúdo.

 

Materiais utilizados

Para a condução das atividades, recomenda-se um projetor ou TV para a projeção coletiva dos trechos analisados, além de quadro e marcadores para sistematizar hipóteses e decisões da turma. As tiras de papel com frases autênticas (impressas) funcionam como manipuláveis didáticos: os grupos podem ordenar, agrupar, recortar e realocar ocorrências de QUE, facilitando a visualização de padrões e a justificativa das classificações.

Como base textual, selecione textos breves do Domínio Público (MEC), garantindo acesso ético e gratuito a obras literárias e ensaísticas. Imprima trechos curtos em fontes legíveis, destacando o termo “que” no contexto (sem suprimir informações essenciais), e deixe margens para anotações. Essa curadoria favorece a coleta de exemplos variados e contextualizados, fundamentais para contrastar usos morfológicos e sintáticos.

Para ampliar o repertório e dar rigor à investigação, disponibilize acesso a corpora acadêmicos, especialmente o NILC/USP – Corpus e o acervo do Portal de Livros Abertos da USP. Oriente buscas por “que” em diferentes gêneros e períodos, comparando frequências, coocorrências e estruturas vizinhas (como preposições, pronomes e verbos que selecionam oração). Essas consultas permitem validar hipóteses levantadas em sala e observar usos menos frequentes.

Distribua a cada grupo cartões-síntese com critérios de classificação de que (conjunção integrante, pronome relativo, pronome interrogativo/exclamativo, intensificador, entre outros), acompanhados de exemplos mínimos e pistas de teste (substituição por “o qual”, possibilidade de deslocamento, exigência de preposição, função sintática projetada). Os cartões funcionam como uma “régua” de checagem rápida, padronizando a análise e reduzindo ambiguidades recorrentes.

Para viabilizar o trabalho, assegure materiais de apoio: fita adesiva ou massa reutilizável para fixar tiras no quadro, pastas/envelopes para organizar conjuntos por gênero, e versões digitais em PDF para uso remoto. Verifique com antecedência conectividade e alternativas offline, pense em acessibilidade (ampliar fonte, alto contraste, leitura apoiada) e mantenha a referência completa das fontes e licenças abertas, estimulando práticas responsáveis de pesquisa.

 

Metodologia utilizada e justificativa

Metodologia ativa – rotação por estações + aprendizagem baseada em exemplos: a turma se organiza em pequenos grupos, que coletam e analisam ocorrências reais de QUE em fontes abertas (textos literários, crônicas, notícias e transcrições de fala). Cada grupo aplica um guia de classificação objetivo e, ao final do ciclo, valida as decisões em rodízio, revisitando a produção das outras mesas para confirmar, refutar ou aprimorar as hipóteses.

As estações se distribuem assim: (A) coleta e recorte de trechos, com atenção ao período completo e à pontuação; (B) aplicação do guia, distinguindo papéis como conjunção integrante, pronome relativo, pronome interrogativo/indefinido, elemento exclamativo/intensificador e substantivação; (C) testes de verificação por reescrita — substituição por ‘o qual/a qual’, paráfrase com ‘isso de que’, possibilidade de supressão, deslocamento do termo e checagem de regência; (D) validação cruzada, em que outro grupo lê, confronta evidências e registra divergências. O(a) professor(a) circula, oferece pistas, modela raciocínios e sistematiza os critérios emergentes no quadro.

Justificativa: a alta polissemia de QUE exige comparação sistemática de contextos e tomada de decisão baseada em evidências. O trabalho com dados autênticos, apoiado por corpora acadêmicos de universidades públicas (por exemplo, projetos da USP) e por acervos digitais abertos, favorece a transferência do conhecimento para leitura, interpretação e escrita em avaliações externas. Ao observar padrões em diferentes gêneros, a turma desenvolve consciência metalinguística, reduz ambiguidades e aprende a argumentar sobre escolhas gramaticais com clareza.

Recursos e instrumentos: guia de classificação em uma página, fichas de registro com campos para ‘indícios’, ‘teste aplicado’ e ‘decisão’, rubrica de validação entre pares e um quadro-síntese de heurísticas (sinais de pontuação, presença de antecedente, exigências de regência, possibilidade de pronominalização). Avaliação formativa contínua ocorre nas passagens entre estações; ao final, produto coletivo: um mapa de decisões com exemplos anotados e um glossário de pistas que ajudam a diferenciar, por exemplo, conjunção integrante de pronome relativo. Como tarefa-síntese, cada grupo reescreve um parágrafo eliminando ambiguidades do QUE e justifica as intervenções.

Inclusão e diferenciação: os roteiros trazem exemplos graduados em complexidade e apoio visual (sublinhados, códigos de cores, setas de dependência). Estudantes com maior domínio assumem o papel de monitores nas validações; quem precisar de mais tempo recebe conjuntos menores e guias com passos explicitados. Extensões possíveis incluem montar um microcorpus da turma em planilha compartilhada, etiquetar usos de QUE e gerar estatísticas simples, sempre respeitando licenças abertas das fontes. O resultado esperado é autonomia para classificar, revisar e argumentar sobre o QUE em qualquer gênero que circule na escola e fora dela.

 

Desenvolvimento da aula (50 min)

Preparo da aula (antes): Selecionar 12–16 frases de diferentes gêneros, com o “que” destacado em contextos variados — pronome relativo, pronome interrogativo/adjetivo, conjunção integrante, comparativo e intensificador/realce. Incluir casos em que “que” funciona como sujeito (ex.: o aluno que chegou) e como objeto (ex.: o livro que li). Imprimir cartões com um mini‑guia de decisão contendo perguntas como: “há antecedente?”, “o que introduz oração?”, “poderia trocar por ‘o qual’?”, “há preposição exigida?”, “é pergunta direta ou indireta?”. Organizar as mesas em estações com 3–4 frases cada e preparar marcadores para sublinhar o termo regente e a preposição, quando houver.

Introdução (10 min): Projetar manchetes e trechos curtos e lançar a pergunta‑guia: “Que QUE é este?”. Coletar hipóteses rápidas no quadro, explicitando que serão testadas com critérios objetivos. Apresentar o objetivo da aula e a lista de funções‑alvo, diferenciando morfologia (classe da palavra) de sintaxe (papel na oração), para que os estudantes antecipem que podem classificar o termo e, em seguida, determinar se ele atua como sujeito, objeto ou outro termo quando houver subordinação.

Atividade principal — Estações de análise (20 min): Em grupos, a turma roda por estações com 3–4 frases, classificando o “que” (morfologia) e definindo seu papel sintático quando relativo ou integrante. Cada decisão deve ser justificada com o mini‑guia: verificar se há antecedente, testar a substituição por “o qual/os quais”, checar a exigência de preposição (“a que”, “de que”, “com que”), e identificar marcas de interrogativa direta/indireta. Registre no cartão a classificação, o teste aplicado e uma paráfrase que confirme a leitura (por exemplo, expandindo a oração relativa).

Validação coletiva (10–15 min): Socializar as soluções e tratar impasses típicos: relativo com preposição, conjunção integrante (muitas vezes substituível por “o fato de que” e introduzindo oração substantiva), interrogativo/adjetivo em estruturas como “Que livro?”, e o substantivo “quê” com acento quando substantivado. Sistematizar um checklist de revisão em cinco passos: 1) há antecedente?; 2) o termo introduz oração subordinada substantiva?; 3) dá para trocar por “o qual” sem perda de sentido?; 4) o verbo/termo regente exige preposição antes de “que”?; 5) é pergunta (direta/indireta), uso comparativo ou de realce.

Fechamento (5–10 min) e lição de casa: Aplicar o checklist a duas frases novas como “saída rápida”, revisando eventuais deslizes de regência e pontuação. Em seguida, registrar o checklist no caderno e orientar a lição de casa: coletar três exemplos de “que” em textos do domínio público, indicar o gênero e a fonte, classificá‑los (morfologia e função sintática, quando couber) e justificar brevemente com os testes usados. Sugerir buscas em repositórios abertos, como o portal Domínio Público (dominiopublico.gov.br), e convidar a turma a compartilhar os achados em um mural digital na próxima aula.

 

Avaliação, feedback e observações

Avaliação formativa: durante a rotação por estações, o foco é observar as justificativas dos grupos para classificar ‘que’ em cada contexto. Use um quadro-rúbrica simples e visível, com três eixos: acerto de classe (conjunção, pronome relativo, pronome interrogativo/indefinido, substantivo), identificação da função sintática projetada (sujeito, objeto, complemento nominal etc.) e clareza/pertinência da justificativa. Registre evidências rápidas em uma planilha com códigos (C para classe, S para sintaxe, J para justificativa) e anotações curtas que apoiem a devolutiva posterior.

Instrumentos e critérios: apresente exemplos-modelo resolvidos e destaque estratégias de checagem, como o teste de substituição por ‘isso’ para conjunção integrante e por ‘o qual/a qual’ para pronome relativo; e o teste de regência, verificando se há preposição exigida pelo termo antecedente. Incentive a autoavaliação e a coavaliação: cada grupo marca no rúbrico o próprio grau de confiança na resposta (baixo, médio, alto) e justifica por escrito em uma frase, favorecendo metacognição e transparência de critérios.

Feedback imediato: ao final de cada estação, ofereça uma pista orientadora em vez da resposta fechada. Exemplos de pistas: ‘verifique se há termo antecedente que retome’, ‘teste a troca por “isso”‘, ‘confira se o verbo exige preposição’. Mantenha um conjunto de dicas graduadas (da mais geral à mais específica) para que os grupos acessem apenas o nível necessário, preservando o desafio. Quando houver erro recorrente, faça uma microintervenção coletiva com um contraexemplo curto e uma reformulação que explicite por que a classificação correta se sustenta nos critérios.

Observações linguísticas essenciais: esclareça que que não é preposição; ele pode vir regido por preposição, como em ‘a que me referi’, ‘de que gosto’, ‘por que razões’. Diferencie usos acentuados: quê com acento ocorre quando substantivado (‘não entendi o quê’) ou em posição final de pergunta (‘por quê?’); já por que separado introduz pergunta/razão, porque junto pode ser explicativo ou causal, e porquê (substantivo) pede artigo. Trate também a variação e o registro: o ‘que’ explicativo (= pois) é mais coloquial e geralmente vem entre vírgulas; em contextos formais, prefira construções regidas corretamente (‘o autor de que tratei’, em vez de ‘o autor que tratei’, quando a regência o exige).

Encaminhamentos e documentação: ao término, devolva um sumário com padrões observados, pontos fortes da turma e alvos de reensino (por exemplo, distinção entre conjunção integrante e pronome relativo). Proponha um mini-repertório de revisão para textos autorais: checar se há antecedente, testar substituições, confirmar regência e pontuação do ‘que’ explicativo. Registre os avanços no portfólio da disciplina e disponibilize um roteiro de estudos com links de referência e exercícios complementares, priorizando casos-limite e contrastes de registro.

 

Exemplos do cotidiano e integração interdisciplinar

No cotidiano, proponha que a turma colete prints de redes sociais e manchetes jornalísticas em que apareça “que” potencialmente ambíguo. Em duplas, classifiquem o termo quanto à sua natureza morfológica (pronome relativo, conjunção integrante, pronome interrogativo/exclamativo ou substantivo) e descrevam sua função sintática no período. Em seguida, reescrevam os enunciados para desfazer a ambiguidade, indicando a estratégia usada e o efeito de sentido alcançado.

Como estratégias de reescrita, testem a substituição de “que” por pronomes relativos explícitos (o qual, a qual, os quais), a inserção ou retirada de vírgulas para marcar caráter restritivo ou explicativo, a inclusão de elementos retomadores (isso, aquilo, o fato de) e o reordenamento de orações. Compare-se, por exemplo, a diferença entre períodos com e sem vírgulas, observando mudanças de foco informativo e coesão; registrem as versões e construam uma pequena tipologia de soluções recorrentes para aplicar nas revisões de texto.

Na interface com Redação e Literatura, utilizem crônicas e contos do acervo do Domínio Público para comparar usos de “que” e discutir efeito de estilo. Em alguns autores, a economia sintática do “que” dinamiza a narração e aproxima a oralidade; em outros, a explicitação por meio de equivalentes (como “o qual”) produz cadência mais formal e pausas interpretativas. Proponha que grupos marquem ocorrências nos textos, expliquem escolhas do narrador e reescrevam um parágrafo em duas versões (mais econômica e mais explícita), avaliando ganhos e perdas de clareza e ritmo.

No eixo de Tecnologias/Informática, conduza uma consulta orientada a corpora do NILC/USP para verificar frequência e padrões de coocorrência do “que”. Planejem perguntas de pesquisa simples (por exemplo: em quais contextos o “que” relativo aparece com preposição? quais verbos regentes mais frequentemente introduzem conjunção integrante?), coletem linhas de concordância e organizem-nas em planilhas. A turma pode calcular proporções, identificar coligações típicas e cruzar resultados com observações dos gêneros analisados.

Para integrar os achados, promovam uma síntese interdisciplinar: cada grupo apresenta um estudo de caso do cotidiano, uma releitura literária e um mini-relatório de corpus, conectando decisões de reescrita às evidências observadas. Avalie com rubrica que contemple identificação correta da função do “que”, justificativa técnica, clareza das reescritas e interpretação dos dados. Reforce boas práticas de pesquisa (citação de fontes, replicabilidade) e de ética digital ao usar prints, realizando anonimização quando necessário.

 

Resumo para compartilhar com os alunos

Hoje aprendemos: a palavra que é multivalente no português. Pode atuar como pronome relativo, ligando orações e retomando um antecedente; como pronome interrogativo ou adjetivo, formulando perguntas diretas ou indiretas (por exemplo, que livro, que ideia); como conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva; e ainda como substantivo, grafado com acento, em usos como o quê de mistério ou no plural os quês.

Nas orações relativas, observamos duas posições centrais: sujeito e objeto. Em o aluno que chegou, que retoma aluno e exerce a função de sujeito da subordinada; já em o livro que li, retoma livro e funciona como objeto do verbo ler. Quando o termo regente exige preposição, ela deve aparecer antes de que, como em a autora de que tratei e os dados com que trabalhei, preservando a correção sintática e a clareza.

Para classificar rapidamente, aplique estes critérios: há antecedente explícito? Se sim, tende a ser pronome relativo; costuma ser possível substituir por o qual/a qual com pequena adaptação. Introduz uma pergunta (direta ou indireta)? Nesse caso, é pronome interrogativo/adjetivo. Não há antecedente e a oração inteira funciona como sujeito, objeto ou complemento nominal de outro termo? Provavelmente é conjunção integrante, como em sei que virá. Se tiver valor de nome, indicando “conteúdo” ou “traço”, trata-se do substantivo quê.

Para consolidar, explore textos reais e registre três exemplos com sua classificação. Consulte acervos abertos como Domínio Público (MEC) e o NILC/USP – Corpus; destaque cada ocorrência de que, identifique a classe e a função sintática quando houver (sujeito, objeto etc.) e justifique com base nos critérios acima. Ao final, compare as escolhas em duplas, revise as dúvidas e elabore um pequeno guia pessoal de verificação para usar em futuras leituras e produções de texto.

 

Sobre o autor

Rodrigo Terra

Rodrigo Terra é criador e mantenedor do MakerZine, atuando nas áreas de educação, tecnologia, ciência de dados, inteligência artificial e cultura maker. Desenvolve projetos e conteúdos sobre programação, automação, análise de dados, robótica educacional, computação criativa e metodologias ativas, conectando inovação, aprendizagem e tecnologia no cotidiano educacional. Apaixonado por café, boas conversas e aprendizado contínuo, está sempre explorando novas ideias, ferramentas e possibilidades.

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